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domingo, 9 de novembro de 2014

CHEGA DE TEORIA, VAMOS AOS FATOS

Adam Smith disse certa vez que "A ciência é o grande atídoto contra o veneno do entusiasmo e da superstição." 

Ela é a guia usada por este blog para mediar conflitos de visão.

Dito isto, em um debate científico acirrado, os FATO é a autoridade que decide quais idéias são válidas e quais são inválidas. Então vamos a eles:

  • No ano o dólar valorizou-se 8,77% frente ao real. Nesta sexta (6/11) fechou em R$2,56 e manteve o maior valor em 9 anos.
  • Dois em cada três projetos de transportes do PAC registram atrasos de mais de dois anos
  • Na transposição do São Francisco, as obras foram iniciadas em 2005 e em 2007 passaram a integrar o PAC, com orçamento original de R$ 4,2 bilhões e previsão de inauguração do primeiro eixo em junho de 2010, e do segundo ao final de 2012.Mas em abril passado um pouco menos de 60% das obras haviam sido executadas e a previsão de entrega fora adiada para dezembro de 2015, com um orçamento revisto para R$ 8,2 bilhões.
  • O governo federal fechou setembro com um rombo recorde nas contas públicas. O déficit foi R$ 25,5 bilhões só deste mês é o pior da série histórica do Banco Central.
  • O Governo não atingirá a meta de superávit fiscal assumindo na LDO. Terá que diminuí-la ou flexibilizar o critério para poder contabilizar mais abatimentos do gasto. A realidade não muda, o que muda é a forma de apresentá-la ao público.
















  • Em 2014 o país crescerá 0,2%, dessa forma o governo Dilma entregará a 3ª pior performance da história republicana do Brasil com média do PIB em 1,6%, menor que a média mundial de 3,5% e da América latina de 3,8%, no período.
  • O crescimento da produtividade da economia brasileira (medida pela produtividade total dos fatores) foi de zero nos últimos 3 anos.

  • O programa, cujo gráfico é apresentado abaixo, chama-se Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, muito pouco divulgado e focado a famílias de baixa renda. Pois bem, os desembolsos "concidentemente" dispararam no período eleitoral. Tirem suas próprias conclusões, neste post estou mostrando apenas os fatos. (caso queiram mais detalhes: aqui)

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,15-fracassos-do-governo-dilma-na-area-economica-imp-,O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:Em Eem


  • Apenas em agosto deste ano, a Petrobrás conseguiu retomar o volume de barris que produzia em dezembro de 2010. (2,1 milhões por dia)

  • Mantega será o ministro que mais tempo permaneceu no cardo mesmo após ter sido demitido.
  • O avanço do coeficiente de Gini nos 3 últimos governos foram os seguintes, em pontos percentuais. Na gestão FHC o avanço foi de 1,5pp, de Lula, 5,2pp e Dilma 0,7pp.
  • Entre os países que mais produzem ciência, no governo de FHC o país subiu sete posições, de 24º para 17º, no governo do PT, quatro posições, até 13ª. (fonte: aqui)
  • A miséria voltou a subir no Brasil em 2013, segundo dados apurados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O instituto mostra que, entre 2012 e 2013, houve um aumento de 3,68% no número de indivíduos considerados abaixo da linha da pobreza, ou indigentes — passaram de 10.081.225 em 2012 para 10.452.383 no ano passado, ou seja, mais de 371.000 pessoas entraram para o grupo de miseráveis no período. Este foi o primeiro aumento desde 2003, quando o indicador passou a cair ano a ano.
  • De acordo com estudo do Banco Mundial (publicado em 28 de outubro deste ano), Brasil demora 83,6 dias para se abrir um negócio, contra 5,6 dias nos EUA e 31,7 dias da América Latina. Ocupamos a 120ª posição entre 189 países abrangidos pelo estudo.
  • Em agosto de 2014 o Banco Central informava que a dívida externa bruta totalizava US$ 333,1 bilhões. E atestava que as reservas internacionais totalizam US$ 379,4 bilhões. O Brasil integra o ranking dos 15 países com maior dívida externa, segundo relatório do Banco Mundial.
  • Dois dias depois da eleições o PT publicou um documento com as linhas mestras de atuação do partido nos próximos 4 anos. As referências a idéias e políticas de cunho socialista-bolivarianas permeiam todo o documento. Veja por exemplo um dos compromissos almejados:  "Total soberania sobre as riquezas nacionais, entre as quais o Pré- Sal, e controle democrático e republicano sobre as instituições que administram a economia brasileira, entre as quais o Banco Central, a quem compete entre outras missões combater a especulação financeira"
  • A auditoria PwC se recusou a aprovar o balanço da Petrobrás se o presidente da Transpetro não fosse afastado, Sergio Machado. Ele é acusado pelo operação Lava Jato da polícia federal de pagar R$ 500 mil para o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em um esquema para direcionar licitação de contratação de navios. Na segunda-feira, Machado se afastou.
  • Balança comercial se deteriora. Atinge o pior saldo em 15 anos.

terça-feira, 9 de abril de 2013

ECONOMIA E ECONOMISTAS

Economia é uma ciência em formação. Você não vê nas ciências exatas como na física ou química duas teorias que ora uma prevalece, ora é outra. Algo como newtonianos contra eisteinianos é inconcebível, pois uma vez testado e reconhecido pela comunidade científica um paradigma substitui outro e ponto final. Na economia até hoje, quase 250 anos depois, ainda não chegamos a conclusão do papel do Estado. Quem está certo Keynes ou Hayek, Samuelson ou Friedman ?

Certa vez um matemático desafiou o grande economista Paul Samuelson a apresentar uma idéia em economia que fosse verdadeira, como um axioma matemático, e não óbvia. Samuelson, laureado com Nobel de economia em 1970, apresentou a Teoria das vantagens comparativas como resposta. Mas o fato é que realmente existem poucas ou nenhuma certeza em economia, pelo menos no mesmo grau das ciências chamadas duras (física, química, biologia, matemática, medicina).

Na esteira da mecânica newtoniana da segunda metade do século XVIII surgiu a economia, que se pretendia, assim como a física, determinar as leis da natureza que poderiam ser aplicadas com a mesma segurança da lei da gravidade às interações sociais. (O curioso é que o próprio Isaac Newton, um dos maiores gênios que já passou pela terra, perdeu uma fortuna especulando na Bolsa de Londres). Adam Smith pavimentou o caminho. Seu insight acerca da mão invisível persiste até hoje como um dos maiores achados em ciência social. Cada indivíduo motivado pelo próprio egoísmo e deixado livre, procurará, em um mercado competitivo (esta premissa é importante) produzir cada vez mais, com melhor qualidade e menor custo com vistas a aumentar seu lucro. Este sistema, como que coordenado por uma mão invisível, tratará de entregar prosperidade, desenvolvimento e riqueza para a sociedade.

Uma das definições preferida acerca do que é economia foi dada por Lionel Robbins que afirma ser ela "a ciência que estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação existente entre as ilimitadas necessidades a satisfazer e os recursos que, embora escassos, se prestam a usos alternativos."

John Maynard Keynes, sem dúvida um dos maiores expoentes da história econômica certa vez declarou:
"O estudo da teoria econômica não parece exigir qualquer dom especializado de grande profundidade. Não é assunto relativamente fácil quando comparado com a filosofia ou a ciência pura. Uma disciplina fácil, em que poucos se sobressaem. O paradoxo talvez seja explicado pela constatação de que o economista deve ter uma rara combinação de dons. Tem de ser matemático, historiador, estadista, filósofo, em certa medida. Deve entender de símbolos e falar através de palavras. Deve ver o particular em termos do geral , e abranger o abstrato e o concreto do mesmo pensamento. Deve estudar o presente à luz do passado para entender o futuro. Nenhuma parte da natureza humana ou de suas instituições deve ficar completamente fora do seu olhar. Deve ser ao mesmo tempo desinteressado e interessado, tão distante e incorruptível quanto um artista e, às vezes, tão próximo da terra quanto um político".

A dificuldade em economia esta em seu objeto. Sempre mutável. assim como também da necessidade de que seu estudioso se dispa de idéias pré-concebidas, vícios e credos, o quê quase sempre é improvável de ocorrer em sua plenitude.  A matemática de Euclides de 2000 anos atrás serve de base para explicar a moderna teoria das cordas dos dias de hoje. O mundo da economia é diferente. O trabalho não é mais escravo. A moeda não é mais metálica mas fiduciária. As fronteiras não são mais fechadas mas abertas ao comércio de bens e serviços. As comunicações e os transportes são instantâneos, a igreja já não mais monopoliza o pensamento. Juros não é mais proibido.

Ao declarar que as pestes, doenças, guerras e fome têm como objetivo equilibrar a quantidade de alimentos à quantidade de pessoas (Malthus); ou de que os trabalhadores se revoltarão e tomarão as rédeas do Estado para tomar o capital e socializar os meios de produção (Marx); ou de que o Governo deveria restringir sua área de atuação à educação, saúde e segurança (Friedman) , acabam os economitas por angariar pouca simpatia e compreensão do público em geral.

As crises financeiras, bancárias, de dívida e crédito foram amainadas ou acentuadas pela ação dos estudiosos de economia? O desemprego, desigualdade de renda e a inflação foram domadas pelas instituições e políticas criadas e recomendadas pelos economistas ? 

Democracia, livre comércio, igualdade de oportunidades, educação universal, mercados não monopolizados, livre circulação de pessoas, bens e serviços são alguns pontos primordiais em que 99,99% dos economistas concordam e defendem. Baseado nesta constatação é que a minha resposta as perguntas do parágrafo anterior é afirmativa. Muito ainda há por se fazer mas o ferramental desenvolvido é poderoso e aparelha o raciocínio contra as armadilhas do passado.

Adam Smith, Malthus,  Ricardo, Marx (até ele), Mill, Say, Senior, Hodgskin, Bastiat, Jevons, Walras, Marshall, Veblen, Pareto, Keynes, Hayek, Schumpeter, Sraffa, Tobin, Robbins, Hicks, Fisher, Friedman, Samuelson, North, Arrow, Simolsen, Furtado, Stigler, Modigliani, Solow, Becker, Coase, Schelling, Krugman, Sargent, entre outros, erraram e acertaram mas, o norte estava certo: a busca pela prosperidade, com eficiência, riqueza e justiça.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

POLÍTICA SEM ROMANTISMOS

Em 14 de maio de 2005 foi divulgado um vídeo pela revista Veja mostrando um funcionário dos Correios de nome Maurício Marinho, que na época trabalhava na área de Compras da estatal, recebendo propina de R$3.000,00 de empresários interessados em favorecimento em processos de licitação. No vídeo Maurício diz agir em nome do Deputado Federal Roberto Jefferson do PTB, partido que compunha a base governista. O episódio foi o estopim para a elucidação de um esquema muito maior que ficou conhecido vulgarmente como  "Mensalão".

O governo para cooptar deputados a votarem favoravelmente em matérias de  seu interesse pagava uma "mesada" aos diletos políticos. José Dirceu, então ministro da Casa Civil e homem mais forte do governo Lula foi apontado como chefe e mentor do esquema fraudulento. Os 36 réus do Mensalão foram julgados pelo Supremo Tribunal Federal e a maioria deles, entre os quais Dirceu e Jefferson, foram declarados culpados pela maioria dos ministros da mais alta Corte Judicial do país. Dirceu foi condenado a mais de 10 anos de cadeia.

A política já é estudada pela Economia desde Adam Smith, o escocês considerado fundador da ciência econômica. Um nobre Francês no século XVIII, de nome Marie Jean Antoine de Caritat (Marquês de Condorcet) publicou interessante estudo sobre o assunto - O Paradoxo do Voto. Em 1986 James Buchanan recebeu prêmio Nobel de Economia por estabelecer as bases em que  se processa as tomadas de decisão política sob a ótica econômica, fundando um novo campo teórico denominado de escolha pública. (Public Choice). Uma das considerações dessa corrente é a de que o cidadão deve receber em troca dos impostos pagos um retorno tão melhor quanto ele haveria de ter caso o mesmo montante tributado fosse usado por ele próprio em outra aplicação. 

Para a ciência econômica todo agente toma decisões baseada em incentivos. A política, ou melhor os políticos, não fogem a esta regra. Os incentivos são delineados pelas regras em o jogo se desenrola. Um político pensa em maximizar votos, de quatro em quatro anos ele terá que passar pelo vestibular das urnas. Portanto ele tem que mostrar a sua base de eleitores "grandes realizações". Quanto mais poder de decisão ele tiver sobre a máquina pública mais oportunidade de mostrar serviço ele terá. Assumindo um ministério da Educação por exemplo ele terá um orçamento próximo a R$ 50 bilhões por ano para fazer política que vá de encontro aos grupos de interesse que lhe dão sustentação eleitoral.

Quando um político dá seu apoio ao governo ele espera receber em troca uma forma eficaz de continuar sobrevivendo na política, para isso ele precisa de votos, para isso ele precisa de obras, para isso ele precisa ou estar numa pasta ministerial ou receber o poder de indicar apadrinhados que serão diretores de  uma empresa estatal, ou de fazer parte de uma comissão que defina concessões de licenças e regulamentação de atividades. Ele precisa estar em condições de agradar o líder comunitário, o presidente da associação de moradores, o prefeito da cidade, o pastor, o dirigente do clube, o presidente do sindicato, enfim o máximo de formadores de votos de sua região que ele puder até o próximo pleito.

O meio político é um mercado onde cidadãos, políticos, funcionários públicos, lobistas comercializam aquilo que é de seu interesse, recebendo e dando em troca aquilo que lhe é valoroso. Uma visão romantizada de que o político, diferentemente de quem está na iniciativa privada, é um servidor altruísta que busca o bem comum, só afrouxa as instituições e cria incentivos maléficos para que haja corrupção, gastos públicos deficitários e falta de projetos eficazes. Por isso a importância de instituições supra nacionais que não permitam que nenhum grupo ou setor da sociedade em específico tenha poder de fazer o que bem entender. A constituição, a independência e harmonia entre os poderes, o processo eleitoral universal, a imprensa livre, são algumas destas instituições.

De acordo com Schumpeter "O método democrático é o “arranjo” institucional para elaborar decisões políticas no qual os indivíduos adquirem o poder de decidir através de uma luta competitiva pelo voto do povo.”  Infelizmente o cidadão tem um valor percebido muito baixo de seu voto, porque afinal de contas (pensa ele) é apenas um, e a probabilidade deste único voto fazer  diferença é ínfima e votar com qualidade dá muito trabalho, tem que buscar informações de políticos, têm que acompanhar se ele cumpriu as promessas de campanha da última eleição. A generalização de que todo político é igual e, em consequência, o descrédito na democracia como forma mais eficaz de resolução dos problemas sociais e promoção do bem comum é uma armadilha que deve ser combatida sempre. Uma das formas (eu diria a única) certamente é aplicando ao assunto um olhar científico e perspicaz para aprofundar o conhecimento do que precisa ser feito.




quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A CIÊNCIA, A ECONOMIA E A PRAGA COMUNISTA.

Economistas têm o péssimo hábito, ou melhor dizendo, o dever de ofício de olhar para o mundo despido, nu e cru. 

Como um cientista social ele deve se despir de qualquer dogma, pré-conceitos, ideologias, inclinação político-religiosa e qualquer tipo de sentimento. Ele simplesmente propõe uma hipótese, observa, colhe os dados e testa o quão aderente à realidade estava a hipótese em questão. Frio e calculista.

Entretanto é difícil aplicar a ciência e seu método ao objeto da economia. Na física, química, biologia o pesquisador simplesmente isola o objeto de estudo em laboratório e testa por diversas vezes a hipótese levantada. Na economia  você não tem como dividir uma cidade por exemplo em duas e aplicar numa  um sistema de livre mercado e na outra um sistema dirigido pelo Estado para ver qual o resultado. Opa, espere um pouco !!!! A história às vezes nos brinda (cientistas sociais) com uma oportunidade de realizarmos experimentos mais próximos daqueles possíveis nas ciências de laboratório.

Após a segunda guerra mundial a Alemanha foi dividida em duas,  a parte ocidental ficou sob a égide dos EUA e a parte Oriental da União da Repúbicas Socialistas Soviética (URSS). O mesmo ocorreu com a Coréia após a guerra que a dividiu em duas, ficando  a parte sul com os americanos e a parte norte com os soviéticos.

Desde que a economia nem tinha este nome ainda, os homens se perguntam o que faz uma nação ser rica, próspera, desenvolvida e o que a faz ser pobre, atrasada, subdesenvolvida. Desde então várias teorias trataram de tentar explicar e uma série de possíveis motivos foram elencados. Desde a cor da pele, a religião, a geografia, a cultura, a forma de governo, entre outros, foram usados como resposta, sem nenhuma delas, porém, ter obtido êxito.

A História acabou nos mostrando o que esta mais perto da verdade. A Alemanha e a Coréia antes da divisão abrigavam em suas respectivas fronteiras povos que comungavam da mesma cultura, origem, geografia, diversidade religiosa, etc. Após um breve período de 41 anos no caso da Alemanha e de cerca de 50 anos no caso da Coréia, ficou evidente que as instituições liberais capitalistas são de longe (mais bota longe nisso) a melhor forma de geração de riqueza, desenvolvimento, prosperidade e qualidade de vida.

Hoje a Coréia do Sul possui renda per capta de país desenvolvido, educação de altíssimo nível, tecnologia no estado da arte (Sansung, LG, Hyundai que o digam) e proporciona ao seu povo condições de vida que nada deixam a desejar as principais economias do mundo. A Alemanha Ocidental se reconstruiu da segunda guerra mundial em tempo recorde, solidificou sua economia e atingiu um patamar de competitividade assombroso.

Em contrapartida, suas coirmãs comunistas naufragaram em pobreza, fome e subdesenvolvimento agudo. A Alemanha levou vários anos para absorver de volta a parte Oriental após a queda do muro de Berlim em 1989. Na Coréia do Norte falta tudo, dinheiro, comida, roupa, energia elétrica, automóvel, água tratada, sistema de saúde, computador e assim por diante.

É surpreendente que ainda hoje, após o colapso da União Soviética comunista, da experiência (quase que de laboratório) com as duas Alemanhas e as duas Coréias, da triste situação de Cuba, ainda haja quem defenda o socialismo (às vezes até o apelidando de outro nome como nosso vizinho venezuelano Hugo Chaves) como alternativa ao capitalismo. Alguns destes loucos se justificam apontando para o exemplo Chinês, mas espere um pouco !!... A China vem decolando exatamente por ter estar deixando de lado as travas do comunismo e aplicando cada vez mais as regras de livre mercado. Basta se informar um pouco mais, não precisa ser cientista para enxergar esta realidade.

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