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segunda-feira, 8 de julho de 2013

EIKE BATISTA E BRASIL PETISTA, 2 BOLHAS PRESTES A IMPLODIR





















A trajetória de dois ícones recentes do país, que desfrutaram de um estupendo sucesso de marketing nos últimos 10 anos, têm dados sinais claros de esgotamento e de que os dias de glória, afinal, não eram eternos: Eike Batista e o Brasil Petista.

Numa reflexão superficial sobre o estouro da "bolha Eike" , constata-se que a correlação entre o caminho traçado pelo do ex-marido da Luma e a do Brasil da era PT são bem similares, senão vejamos:

1) Ambos usufruíram do dinheiro farto e barato que rondava o mundo na época das "vacas gordas" pré-crise de 2008, também chamado na literatura econômica de "A Grande Moderação";

2) Ambos surfaram no "boom" das commodities, alavancadas pelo supercrescimento Chinês;

3) Ambos adoram ser atrações midíaticas, é Lula do "nunca antes na história deste país, blablabla"  e Eike se gabando de ser o mais rico do Brasil e em breve do mundo, hahahaha;

4) Ambos anunciam projetos que não saem do papel, pode pegar qualquer obrazinha do PAC e conferir e os campos de Petróleo sem petróleo do Eike;

5) Ambos são ineficientes na gestão (Petrobrás e OGX são irmãs na incompetência) e eficientes no marketing e loby;

6) Bolsa Família e IPO são os carros chefes dos 2 bufões que tinham o mesmo objetivo: angariar apoio valiosos, o primeiro traz votos e o segundo dinheiro fácil;

7) Ambos são exemplos perfeitos de cigarra e autênticos antípodas da formiga;

Poderíamos, como país, buscar outras referências, mais sérias, discretas e vitoriosas como por exemplo o Jorge Paulo Lemann ou Ayrton Senna.

domingo, 21 de abril de 2013

CAPITALISMO DE COMPADRES

O BNDES serve como promotor dos interesses do Estado, também conhecido como "estratégicos". Para conseguir o dinheiro barato do banco estatal não precisa ser eficiente pela lógica do capitalismo de mercado mas sim pela lógica do capitalismo de compadres. A destruição criadora vira destruição inibidora. 


BNDES deve bancar aumento de capital de empresa de Eike

Bilionário deve vender participação na MPX para o grupo alemão E.ON e depois fará IPO com participação do banco estatal

Eike Batista
Eike Batista: nova parceria com E.ON a caminho (Patrick Fallon/Bloomberg/Getty Images)
O empresário Eike Batista deve vender uma nova fatia de sua empresa de energia, a MPX, para a alemã E.ON, que já possui 10% de participação na companhia. A MPX também deverá fazer um aumento de capital, que deve ser bancado pelo banco BTG, com participação do BNDES e da gestora de recursos Gávea (que estava de fora do acordo inicial mas, na semana passada, entrou no negócio).
O alemão Johannes Teyssen, presidente da empresa de energia E.ON, desembarca terça-feira no Brasil para assinar o contrato com Eike Batista. Há duas semanas, representantes da E.ON estiveram no Rio de Janeiro para acertar os termos finais do acordo. Segundo fontes próximas ao negócio, os alemães vão desembolsar 1,8 bilhão de reais por metade das ações de Eike - que representam cerca de 27% do capital da MPX.
Com isso, a empresa alemã, que tem 10% da companhia, ficará com uma participação inferior a 35% do capital da MPX, e se verá livre de consolidar a dívida bilionária da companhia de Eike em seu balanço.
A conversa com os alemães já dura mais de um mês e faz parte de uma reação de Eike à crise que suas empresas vêm enfrentando desde o ano passado. A venda de uma fatia maior para a E.ON é a primeira grande transação feita pelo grupo EBX depois da parceria firmada com o banco BTG, de André Esteves. 

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