Mostrando postagens com marcador capitalismo de compadrio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador capitalismo de compadrio. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de janeiro de 2015

UM ECONOMISTA CHEFE SÓ PRA VOCÊ

Esta semana o economista chefe da FIESP reclamou que a taxa de câmbio melhorou mas que a pressão sobre os salários continua, que o custo da energia será reajustada, além é claro das velhas mazelas relacionadas com a infra-etrutura, a invasão dos produtos chineses e do manicômio tributário.

Geralmente estes diagnósticos vêm acompanhado de um aceno do governo para iniciar negociações para algum subsídio a ser desenhado.

E assim segue o baile. Na semana seguinte é o economista-chefe da Anfavea, na outra o da Febraban, depois o do fundo de pensão dos Correios, etc,…

Tal arranjo é traduzido em pressões organizadas sobre o governo para obter algum tipo de vantagem. O governo, dependendo do momento até pode resistir ocasionalmente, mas no longo prazo vai cedendo, e pouco a pouco nasce e procria-se a pátria de compadres (ou "crony capitalism").

A pressão autentica é aquela que vem das urnas. (Recente estudo mostra, por exemplo, que a introdução da urna eletrônica concedeu representatividade inédita aos pobres e analfabetos que resultaram em políticas assistenciais eficazes para atendê-los). Grupos com capacidade de organização e vocalização de reivindicações (seja por via qualificada através de uma equipe econômica, ou por via desqualificada e violenta como o caso das invasões de terra pelo MST) conseguem impor suas demandas acima das necessidades do restante da sociedade - naturalmente dispersas.

Ao fim, como, especialmente no Brasil, este expediente encontra garantia de sucesso, os agente econômicos, de forma racional, gastam mais recursos produzindo estudos ou ações que atinjam manchetes de jornais do que com pesquisa e desenvolvimento em novas tecnologias para aumentar a produção.

Tivesse o restante da sociedade um economista-chefe e um marketeiro, no estilo João Santana, para chamar de sua, talvez conseguíssemos equilibrar a peleja.

terça-feira, 23 de julho de 2013

QUEM GRITAR LEVA

Um trabalhador brasileiro comum, que paga seus impostos em dia e trabalha na iniciativa privada carrega uma turma da pesada nas costas. São àqueles grupos agraciados com alguma forma de subsídio intermediada pelo governo. Do exercício simples de nominar alguns destes privilegiados saiu a listagem abaixo. Podemos chamá-los de "pagadores de meia-entrada".

Sindicatos
Empresas Estatais
Estudantes
Idosos
Aposentados e pensionistas do setor público
Empresas financiadas pelo BNDES
Doadores de Sangue
Indústrias Nacionais
Universidades públicas
Senae/ Sesc / Sesi  Sest e demais empresas do sistema S
Beneficiários do bolsa família
Corinthias
Usuário do transporte público
Cartórios
Partidos Políticos
Taxistas
Zona Franca de Manaus
Filmes nacionais
UNE




quinta-feira, 18 de julho de 2013

A RODA DA DESGRAÇA (UM EXERCÍCIO DE LÓGICA)

A disposição do governo em atender certos setores ou grupos particulares leva a instituição de leis voltadas a privilegiá-los, que provoca o incentivo de outros agentes a perseguir o mesmo benefício, que por sua vez provoca distorções nos preços e piora da qualidade dos serviços oferecidos por estes agentes. No longo prazo esta situação se agrava e leva à manifestações/protestos que demandam políticas e políticos que se disponham a intervir no problema, levando à quebra de contratos e de confiança, que por sua vez leva ao afastamento de investidores, que condicionam o investimento à obtenção de alguma garantia (privilégio) do Estado, retroalimentando todo  o ciclo novamente.

O Brasil segue à risca esta receita. O resultado ao final é um país prenhe de um capitalismo dito de compadrio e uma democracia populista. Ao termo e ao final o Estado se torna refém de si mesmo e indigno de qualquer credibilidade.

Marcadores

Economia (23) Brasil (20) Estado (20) desenvolvimento (14) Dilma (13) democracia (13) inflação (12) política (11) PIB (10) governo (10) investimentos (10) sugestão de leituras (9) BNDES (8) corrupção (8) crescimento (8) história econômica (8) moral (8) Capitalismo (7) Mantega (7) Petrobrás (7) liberdade (7) EUA (6) dívida (6) educação (6) gasto público (6) intervencionismo (6) rent-seeking (6) carga tributária (5) lei (5) produtividade (5) protecionismo (5) Adam Smith (4) Impeachment (4) Marx (4) Mercado (4) cidades (4) ciência (4) egoísta (4) eleições (4) impostos (4) liberalismo (4) projeção (4) socialismo (4) Caixa Econômica (3) China (3) Friedman (3) Lula (3) Manifestações (3) The Economist (3) capitalismo de compadrio (3) constituição (3) crise financeira (3) economia comportamental (3) filosofia (3) impunidade (3) instituições (3) mensalão (3) superávit primário (3) violência (3) Banco Central (2) Bancos (2) David Friedman (2) Eike Batsita (2) Estatal (2) Fernando Henrique (2) PT (2) Roberto Campos (2) américa latina (2) analfabeto (2) balança comercial (2) compadrio (2) comportamento (2) comércio (2) confiança (2) confisco (2) conjuntura (2) consumo (2) desenvolvimentismo (2) desregulamentação (2) economistas (2) filosofia moral (2) finanças (2) frases (2) gastos (2) imposto (2) juros (2) justiça (2) marcas (2) pessimismo (2) previdência social (2) preço (2) privatização (2) reformas (2) representatividade (2) serviço publico (2) welfare state (2) Ambev (1) André Lara Resende (1) Apple (1) BETO RICHA (1) Banco Mundial (1) Bastiat (1) Big Mac (1) Bill Gates (1) Cato Institute (1) Chaves (1) Cisne Negro (1) Coréia (1) Deirdre McCloskey (1) DÉBT (1) Energia (1) Estado do bem estar social (1) Europa (1) FED (1) FHC (1) FMI (1) Facebook (1) Forbes (1) França (1) G20 (1) Gasto (1) H.L Mencken (1) Hume (1) ICMS (1) IPCA (1) Ilusão (1) Joaquim Levy (1) Jornal Nacional (1) Keyenes (1) Keynes (1) Krugman (1) LRF (1) Leviatã (1) Lutero (1) MST (1) Malthus (1) Mansueto Almeida (1) Mercosul (1) Michael Huemer (1) Ministério (1) Miriam Leitão (1) México (1) Nature (1) Nelson Rodrigues (1) Oposição (1) PARANÁ (1) Pesca (1) Reeleição (1) Ricardo (1) Risco Brasil (1) Ronald Coase (1) SAE (1) Santa Maria (1) Schumpeter (1) Seguro Desemprego (1) Selic (1) Simonsen (1) Stanley Fischer (1) The Machinery of Freedom (1) Toqueville (1) Veja (1) Von Mises (1) Walter Williams (1) Watsapp (1) alienação (1) analfabetismo (1) apocalipse (1) assistencialismo (1) autoengano (1) bailout (1) bolsa família (1) causalidade (1) censura (1) cinema (1) comunismo (1) conformismo (1) consumismo (1) contas públicas (1) controle (1) correlação (1) costumes (1) cotas raciais (1) crime (1) crise (1) critérios de medição (1) crédito (1) cultura (1) custo brasil (1) desemprego (1) desperdício (1) dever moral (1) discriminação (1) discriminação pelo preço (1) discurso (1) débito (1) econometria (1) educação pública (1) eonomia (1) espirito animal (1) felicidade (1) filantropia (1) fiscal (1) fisiologismo (1) funcionário público (1) ganância (1) governo; Iron law (1) greve (1) gráficos (1) guerra dos portos (1) icc (1) idiota (1) ignorância (1) igualdade (1) imobilidade (1) imprensa livre (1) incentivos (1) indivíduo (1) ineficiência (1) inovação (1) instituição (1) intuição. (1) livre comércio (1) livre mercado (1) macroeconomia (1) matemática (1) miséria (1) moeda (1) monopólio (1) monopólio estatal (1) mão-de-obra (1) negócios (1) neurociência (1) nobel (1) obras públicas (1) orçamento (1) padrão ouro (1) planos de saúde (1) poder (1) poder de compra (1) político (1) povo (1) preços (1) prisão (1) professor (1) recompensa do fracasso (1) renda (1) representação (1) retórica (1) saúde (1) segurança (1) shared spaces (1) shopping centers (1) sociedade (1) sociologia (1) subsídio (1) totalitarismo (1) trabalho escravo (1) tragédia (1) transporte público (1) troca (1) trânsito (1) urna eletrônica (1) utilidade (1) utopia (1) viéses (1) voto (1) vídeos (1) xisto (1) óbvio (1)

Postagens populares